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Mutirão para construção de estufa comunitária em Água Santa

Um mutirão realizado no dia 8 de dezembro de 2021 reuniu técnicos do CETAP, Coapi (Cooperativa dos Apicultores), Emater e agricultores familiares para a construção de uma estufa comunitária no Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Água Santa/RS. Durante o dia foi feita toda estrutura da estufa, desde a instalação dos palanques até a cobertura com o plástico. Em segundo momento, ficou encaminhado que o grupo irá construir os canteiros para plantio das mudas.

A montagem desta estufa tem como objetivo oportunizar a produção, de forma coletiva, de hortaliças e chás. O projeto foi elaborado pelas entidades que realizaram o mutirão e subsidiado pela cooperativa de crédito Sicredi. O CETAP, através do convênio com a Prefeitura Municipal de Água Santa e também do projeto de cooperação com a Fundação Interamericana, estará envolvido com o suporte técnico para a produção na estufa.


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Tarde de campo aborda a importância da sustentabilidade na produção agrícola

No dia 1º de dezembro foi realizada uma tarde de campo na Comunidade São Valentin, em São Domingos do Sul/RS. O objetivo foi promover a agricultura orgânica e agroecológica na região, fortalecer as redes de apoio da agroecologia por meio da troca de experiência, bem como, incentivar outras famílias e jovens rurais a integrarem-se nesta proposta. Participaram aproximadamente 60 pessoas, entre agricultores e agricultoras, feirantes, técnicos agrícolas, professores e estudantes dos municípios de São Domingos do Sul, Sananduva, Ibiaçá, São José do Ouro, Água Santa, Nova Prata, Paraí, Passo Fundo, Casca, Vila Maria e Vanini.

A abertura do evento, que também integrou as comemorações do 24º aniversário do município, aconteceu no pavilhão da comunidade. Logo em seguida, os participantes se dirigiram para a propriedade da família Ferro, que faz parte do Grupo Mãos na Terra, onde aconteceram as oficinas. Foram organizados grupos que se revezaram nas estações com diferentes temas:

Microrganismos do solo – o agrônomo da Emater conduziu o debate sobre a importância dos microrganismos do solo, como eles agem em simbiose com as plantas e quais os manejos para mantê-los vivos e ativos.

Insumos biológicos – o agricultor Ronaldo Ferro apresentou sua biofábrica, falou da sua experiência desde a criação, montagem dos biorreatores, levantamento de custos da estrutura, ajustes e adaptações. Além disso, socializou sobre quais microrganismos reproduz, como é realizado o processo de fermentação, aplicação e cuidados.

Produção – o agricultor Jonas Ferro, falou sobre a experiência da família com a produção orgânica, relatou sobre os manejos realizados na propriedade, desde preparo do solo, mudas, irrigação e controle de insetos e doenças.

Comercialização – a agricultora Vanessa Ferro relatou sobre os canais de comercialização que o grupo Mãos na Terra acessa, falou sobre a logística do grupo, como se organizam e também sobre as dificuldades e possíveis soluções.

Sucessão familiar – o agricultor Oberdan Finatto relatou sobre o histórico das famílias do grupo e como hoje os jovens estão protagonizando este processo, assumindo todas as linhas de frente, desde o planejamento, a produção, até a comercialização.

Certificação orgânica – o agricultor André Favreto relatou sobre os princípios da Rede Ecovida de Agroecologia, como ela é estruturada e quais os deveres dos agricultores ecologistas, além disso, falou sobre o processo para certificação da produção.

A atividade foi organizada pelo Grupo Mãos na Terra e contou com o apoio do CETAP, Rede Ecovida, Prefeitura de São Domingos do Sul, STR de São Domingos do Sul, Cresol, Emater e Senar/RS. Diversas famílias agricultoras que participaram do evento são acompanhadas pelo CETAP, por meio dos convênios com a Cresol e com a Prefeitura de Água Santa/RS. Também o Grupo Mãos na Terra é assessorado pelo CETAP desde sua criação e tem desempenhado um papel importante na construção da agroecologia em toda a região.


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Oficinas sobre horta e produção de alimentos orgânicos na APAE de Passo Fundo

No mês de novembro foram realizadas oficinas sobre produção de alimentos e compostagem junto aos usuários da APAE de Passo Fundo. No dia 9, nos turnos da manhã e tarde, aconteceu a oficina sobre horta suspensa para produção de alimentos orgânicos, com turmas da APAE de Passo Fundo. Participaram 56 usuários e também professores da entidade. O objetivo das oficinas foi mostrar que é possível produzir alimento mesmo em pequenos espaços, fazendo as adequações para que todos possam se envolver com igualdade e afetividade. O CETAP desenvolve um trabalho com hortas escolares por entender que elas podem desempenhar um importante papel na educação ambiental e também na socialização e relação com a natureza, contribuindo para uma alimentação mais saudável, especialmente para as crianças em idade escolar.

Durante este dia, a equipe técnica do CETAP coordenou oficinas sobre produção de alimentos orgânicos e produção de mudas, num espaço construído sobre uma mesa. A produção de alimentos em superfície elevada é uma alternativa importante para facilitar que todos possam se envolver na atividade, mesmo usuários com dificuldades motoras. Desta forma, pode-se trabalhar em pé ou sentado, escolhendo a melhor forma de produzir alimentos: em caixas plásticas, garrafas pets, canos ou outra estrutura. A produção de mudas aconteceu com sementes e tubetes doados pelo CETAP. Foram plantadas mudas de alface, beterraba, salsa e cebola e semeou-se cenoura, salsa e alface para posteriormente plantio em recipientes maiores.

O trabalho também destacou a importância de sabermos de onde vêm os alimentos que comemos diariamente, como eles são produzidos e que impactos geram na natureza. Com isso, foi reforçada a produção de alimentos orgânicos na horta, sem o uso de insumos químicos, para que possam ser usados diretamente nas refeições preparadas na entidade. Também no mês de novembro foi realizada uma oficina sobre compostagem de resíduos orgânicos, como forma de reciclar parte do lixo doméstico produzido pelas famílias e pela entidade, produzindo adubo que pode ser utilizado na própria horta que está sendo implantada na APAE.


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Seminário debate dinâmicas de comercialização de alimentos agroecológicos e o fortalecimento da Cadeia Produtiva Solidária das Frutas Nativas

Nos dias 25 e 26 de novembro de 2021 aconteceu o Seminário Nacional Desafios para a construção de novas dinâmicas de comercialização no atual contexto agroecológico do sul do Brasil e o 9° Encontro Estadual da Cadeia Produtiva Solidária das Frutas Nativas do RS, com o objetivo de difundir dinâmicas de comercialização articuladas de forma coletiva, em espaços inter-regionais, debatendo sua relação com o contexto atual da sustentabilidade e da agroecologia. A atividade realizada em Passo Fundo/RS, reuniu representantes de grupos de agricultores agroecologistas, entidades de assessoria técnica, associações de agricultores, cooperativas, grupos de economia solidária e empreendimentos urbanos.

Na abertura, Edson Klein, coordenador executivo do CETAP (Centro de Tecnologias Alternativas Populares), entidade responsável pela organização do evento, destacou a importância de realizarmos encontros para discussão das dinâmicas de comercialização de alimentos agroecológicos e produtos do extrativismo sustentável, pois compartilhar experiências, êxitos e dificuldades contribuem para melhor planejar as ações futuras. Lídia Rocha Figuero, do empreendimento Encontro de Sabores, que trabalha com o processamento de frutas nativas, reforçou a importância de atividades como esta para continuar o fortalecimento e a ampliação da Cadeia Solidária das Frutas Nativas.

Inicialmente foi realizada uma retomada histórica do trabalho de resgate e valorização das frutas nativas, destacando os antecedentes que possibilitaram a criação da Cadeia Produtiva Solidária das Frutas Nativas do Rio Grande do Sul (CPSFN) e como essa articulação vem sendo construída nos últimos anos. Também foram lembrados os temas e principais encaminhamentos dos oito encontros estaduais já realizados. Na sequência, cada região fez uma apresentação de como estão organizados os fluxos e as dinâmicas de produção, processamento e comercialização dos produtos, o que possibilitou identificar os diferentes atores e atrizes que fazem parte deste processo e como eles se inter-relacionam.

Os participantes também puderam acompanhar a apresentação do estudo que vem sendo conduzido por Jairo Antonio Bosa, que busca identificar as principais características da Cadeia Produtiva Solidária das Frutas Nativas. A partir de uma pesquisa realizada com integrantes desta cadeia, estão sendo identificados alguns aspectos inovadores desta experiência, as principais vantagens deste modelo e também alguns limites que precisam ser superados para a ampliação do volume de produção e melhoria da viabilidade econômica.

Gilmar Ostrowski, representante da Ecoterra – Associação Regional de Cooperação e Agroecologia, com sede em Três Arroios/RS, foi convidado a apresentar como funciona a dinâmica de comercialização do Circuito Sul da Rede Ecovida de Agroecologia. Ostroski retomou brevemente a história da Ecoterra e como aconteceu a decisão de buscar novos mercados nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo para comercializar os alimentos orgânicos produzidos na região Alto Uruguai do Rio Grande do Sul, dando origem ao Circuito Sul de Comercialização. Foi detalhado como funciona o planejamento da produção, a política de preço dos produtos e a garantia de venda integral da produção pela Ecoterra. Os integrantes da CPSFN puderam trocar informações sobre custos e modelos de processamento, armazenamento e logística, debatendo como a experiência consolidada da Ecoterra pode inspirar o fortalecimento da cadeia das frutas nativas, especialmente no aspecto da gestão e comercialização dos produtos.

O segundo dia do evento buscou privilegiar a participação e troca de informações entre todos os participantes. Foram organizados quatro grupos de trabalho para debater as perspectivas e desafios da CPSFN.  Na parte final foi apresentada a nova composição da Coordenação da CPSFN, com as indicações das regiões e aprovado o ingresso de dois novos empreendimentos que passam a integrar a cadeia: Yatay Saboaria e Cosmética Natural, de Porto Alegre/RS, que trabalha com hidrolatos, óleos essenciais, cosméticos e biocosméticos; e Agroindústria Yatay, de São José do Inhacorá/RS, que atua no processamento do butiá na região das missões. Esta atividade foi realizada com o apoio da IAF (Fundação Interamericana), dentro do projeto de cooperação com o CETAP, para fortalecimento da articulação em redes de assessoria, produção e comercialização.


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Sem água, sem vida!

Consumo humano, dessedentação animal e irrigação são alguns dos usos básicos que garantem a manutenção da vida no planeta. Os corpos hídricos como nascentes, vertentes e córregos cumprem fundamental função na segurança e soberania hídrica, tanto no espaço rural, como no urbano. Para que as nascentes permaneçam fortes e com água de qualidade é importante que existam condições que permitam sua infiltração e posterior armazenamento temporário nas vertentes.

Na natureza quem faz esse papel são os seres vegetais, principalmente as árvores. É através de suas grandes e complexas raízes que a água pode encontrar espaços no solo e penetrar nas camadas mais profundas sendo, ao mesmo tempo, filtrada e eventualmente armazenada nos lençóis freáticos e aquíferos. O uso de espécies nativas adaptadas às regiões no entorno das nascentes, conhecida como mata ciliar, tende a ampliar o grau de ecologização e biodiversidade da propriedade, ocupando diferentes estratos e atraindo polinizadores, aves e fauna.

Portanto, proteger as vertentes com vegetação é plantar água. A escassez hídrica é um dos grandes desafios para as próximas gerações, evidenciando os riscos das mudanças climáticas. Por isso, o CETAP atua na promoção, conservação e potencialização do uso da água, buscando soluções versáteis, acessíveis e pedagógicas, mas também práticas que ofereçam alternativas imediatas para ampliar e melhorar o acesso à água, além da recuperação de áreas degradadas. Recuperação de fontes de água e revitalização de nascentes são ideias que melhoram o mundo.


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Compostagem é eficiente na gestão de resíduos orgânicos e reduz a emissão de gases do efeito estufa

A prática da compostagem é uma das melhores opções para a gestão de resíduos orgânicos, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. A compostagem é o processo natural de decomposição da matéria orgânica que ajuda a melhorar a qualidade do solo. É considerada uma técnica de reciclagem do lixo orgânico, onde o adubo (composto) gerado pode ser usado na agricultura ou em jardins e plantas.

A compostagem adequada de restos de alimentos pode reduzir a dependência de fertilizantes químicos, ajudar a recuperar a fertilidade do solo e melhorar a retenção de água e a entrega de nutrientes às plantas. Além disso, ao reduzir o desperdício de alimentos, a técnica também ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa que afetam a mudança climática.

O lixo orgânico, muitas vezes, é descartado em lixões, ruas, rios e matas, poluindo o meio ambiente, além disso, o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de bactérias, vermes e fungos que causam doenças nos seres humanos. A redução da geração de lixo é um importante fator que contribui para a minimização dos problemas ambientais. A compostagem também ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa que afetam a mudança climática. Faça sua parte, separe corretamente os resíduos na sua casa. Compostagem é uma ideia que melhora o mundo!


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Consumir alimentos agroecológicos promove o uso sustentável dos recursos naturais

Os consumidores têm um papel importante na definição de demandas e na exigência de qualidade dos alimentos que estão sendo produzidos e consumidos, pois isso afeta diretamente sua saúde e qualidade de vida. Assim, uma relação próxima entre agricultores e consumidores é imperativo para que se evolua e se expanda a proposta da produção ecológica como estratégia de desenvolvimento sustentável para esta e para as próximas gerações.

Prefira sempre alimentos agroecológicos! Esses alimentos podem ser de origem vegetal ou animal e compõem sistemas de produção que promovem o uso sustentável dos recursos naturais, eliminam contaminantes, protegem a biodiversidade, contribuem na desconcentração das terras produtivas e ampliam a geração de trabalho no meio rural, respeitando e aperfeiçoando saberes e formas de produção tradicionais.

A venda direta aproxima o público consumidor e os agricultores e possibilita promover “ajustes” de interesses em favor da agricultura ecológica, biodiversa e da alimentação saudável. Quando as partes refletem sobre o que os aproxima e o que limita as aproximações, tendem a promover empatia e uma relação de maior confiança. Redes de consumidores e agricultores é uma ideia que melhora o mundo!


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O trabalho de capacitação e educação ambiental é fundamental para minimizar as mudanças climáticas

O ser humano tem causado graves impactos na biodiversidade, seja pela exploração predatória de recursos naturais, pela poluição ou introdução de espécies exóticas nos ecossistemas. Estamos sofrendo com a perda e alteração de habitat, o aumento de patógenos (organismos que são capazes de causar doença), o aumento de tóxicos no meio ambiente, a perda da diversidade alimentar e as mudanças climáticas.

Precisamos pensar estratégias para minimizar esses efeitos nocivos. E a agroecologia é uma delas! Preservar a biodiversidade é um dos objetivos da agroecologia, para que o cultivo seja ambientalmente sustentável não se utiliza agrotóxico, adubos químicos e nem transgênicos, cultiva-se sementes que podem ser produzidas pelos próprios agricultores, sempre respeitando o ecossistema e plantando espécies nativas da região. O CETAP tem entre seus objetivos trabalhar com a educação ambiental em diferentes espaços, desenvolvendo atividades de formação técnica, socioambiental, de caráter educacional e/ou cultural visando o desenvolvimento sustentável. Educação ambiental é uma ideia que melhora o mundo!


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Agricultura Urbana e Periurbana: caminhos para estimular novas atitudes e transformar realidades

Quando escolhemos o que comer, escolhemos também que sociedade e planeta estamos promovendo. Utilizar espaços ociosos em áreas urbanas para produção de alimentos agroecológicos é um dos objetivos do trabalho realizado pelo CETAP em centros urbanos, como Passo Fundo/RS. A produção de alimentos, seguindo os princípios da agroecologia, melhora as condições do ambiente, aumentando a qualidade nutricional e minimizando o aquecimento global.

Este trabalho já trouxe importantes resultados: transformação de espaços ociosos com produção de alimentos para autoconsumo; utilização de hortas urbanas e periurbanas para contribuir no processo educativo e terapêutico; distribuição dos alimentos produzidos para as famílias envolvidas; uso de plantas medicinais como alternativa de cuidado e incentivo à compostagem doméstica para fomentar a produção nas hortas. É importante estimular entidades, gestores públicos e a população sobre a importância da produção de alimentos para fortalecer a segurança alimentar das famílias urbanas. Agricultura urbana é uma ideia que melhora o mundo!


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Produção agroecológica reduz impactos negativos da ação humana sobre a natureza

A agricultura amplamente difundida hoje é uma intensa produção de vegetais, a partir do uso da mecanização, de agrotóxicos e adubos químicos, que resultam, muitas vezes, em alimentos de baixa qualidade nutricional e com grande impacto ambiental, contaminando o solo e a água. Já a produção de alimentos seguindo os princípios da agroecologia contribuem para a redução dos impactos negativos da atividade humana sobre a natureza, melhorando as condições do ambiente, aumentando a qualidade nutricional e minimizando o aquecimento global.

A agroecologia como ciência, tem o princípio de desenvolver formas de cultivos e criação sem uso de substâncias químicas danosas à saúde dos seres humanos e ao meio ambiente, adaptadas às condições dos ecossistemas locais, a fim de não comprometer os ciclos ecológicos. Estas ações têm grande impacto também no clima do planeta, inclusive pela grande diferença de consumo energético para a produção de alimentos.

Escolha alimentos agroecológicos. Como eles não têm agrotóxicos e adubos químicos, são bons para a sua saúde, para a saúde do agricultor e também da terra. Produção de alimentos agroecológicos é uma ideia que melhora o mundo!


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