Monthly Archives: maio 2020

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Semana do Alimento Orgânico

Celebrada na última semana do mês de maio, em todo o país, a Semana do Alimento Orgânico é uma oportunidade para oferecer informações aos consumidores quanto aos produtos orgânicos, onde encontrá-los e como são produzidos. A proposta é divulgar para a população os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses alimentos.

Mas você sabe o que é um alimento orgânico? Alimentos orgânicos são provenientes do Sistema de Produção Orgânica ou Agricultura Orgânica. Esse sistema de produção é regulamentado no Brasil pela Lei n° 10.831, de 23 de dezembro de 2003.

O sistema de produção orgânico tem por finalidade:

  • A preservação da diversidade biológica dos ecossistemas naturais e a recomposição ou incremento da diversidade biológica dos ecossistemas modificados onde estejam inseridos os sistemas de produção, com especial atenção às espécies ameaçadas de extinção;
  • O emprego de produtos e processos que mantenham ou incrementem a fertilidade do solo e promovam o desenvolvimento e equilíbrio da atividade biológica do solo;
  • A adoção de práticas nas unidades de produção que contemplem o uso saudável do solo, da água e do ar, de forma a reduzir ao mínimo todas as formas de contaminação e desperdícios desses elementos;
  • O estabelecimento de relações de trabalho baseadas no tratamento com justiça, dignidade e equidade, independentemente das formas de contrato de trabalho;
  • O incentivo à integração entre os diferentes participantes da rede de produção orgânica e a regionalização da produção e do comércio dos produtos, estimulando os circuitos curtos e a relação direta entre o produtor e o consumidor final;
  • A reciclagem de resíduos de origem orgânica, reduzindo ao mínimo possível o emprego de recursos naturais não renováveis;
  • O uso de boas práticas de manuseio e processamento com o propósito de manter a integridade orgânica e as qualidades vitais do produto em todas as etapas que vão da produção até chegar ao consumidor; e
  • A utilização de práticas de manejo produtivo que preservem as condições de bem-estar dos animais.

Porque consumir alimentos orgânicos?

Ao adquirir produtos orgânicos, o consumidor leva para casa alimentos cultivados em sistemas produtivos livres de agrotóxicos e materiais sintéticos e contribui para o fortalecimento de um novo modelo de produção agropecuária e agroindustrial, em que se leva em conta diversas questões fundamentais à sobrevivência do planeta, como, por exemplo, a manutenção da quantidade e qualidade da água e a manutenção da biodiversidade.

A sobrevivência e a qualidade de vida das gerações futuras dependem fundamentalmente de nossas práticas produtivas e de nossos hábitos de consumo. Quanto mais pessoas buscarem por alimentos orgânicos e de base agroecológica, maior será o apoio que os produtores da agroecologia receberão e mais próximos estaremos de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável.


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Ação de solidariedade distribui 24 toneladas de alimentos agroecológicos no RS

Entre os dias 12 e 14 de maio foram distribuídas mais 1.000 cestas de alimentos agroecológicos para famílias em situação de vulnerabilidade social, atendidas em Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), asilos, aldeias indígenas e integrantes de cooperativas de reciclagem. As cestas foram distribuídas em 14 municípios do Rio Grande do Sul, abrangendo diferentes regiões do estado. Foram beneficiadas famílias de Porto Alegre, Passo Fundo, Caxias do Sul, Erechim, Erebango, Barão de Cotegipe, Santa Rosa, Santa Cruz do Sul, Maquiné, Terra de Areia, Torres, Osório, Riozinho e Caraá.

Os alimentos foram fornecidos por 262 famílias agricultoras, grupos agroecológicos e empreendimentos ligados a “Rede Ecoforte – valorização e uso da sociobiodiversidade e novas dinâmicas de comercialização”, que visa o fortalecimento de iniciativas de produção, processamento e comercialização de produtos, ampliando a organização de redes, cooperativas e organizações de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. A ação foi organizada pelo CETAP (Centro de Tecnologias Alternativas Populares), com sede em Passo Fundo/RS, com o apoio da Fundação Banco do Brasil, que recebeu recursos da BB Seguros, do banco BV, do Banco do Brasil e da Cooperforte.

Trabalho com produção orgânica há mais de 10 anos. Temos uma agroindústria familiar e neste momento nosso produto principal é mandioca descascada. Neste período do Coronavírus, através da parceria com o Cetap e a Fundação Banco do Brasil, estamos produzindo mandioca para entregar nas cestas que vão para famílias que precisam de alimentos, diz Darlei Libero, agricultor agroecologista, de Aratiba/RS.

Arno Goettert, integrante da Ecoterra (Associação Regional de Cooperação e Agroecologia) em Três Arroios/RS, destaca que é muito importante conseguir comercializar os produtos agroecológicos, porque as famílias agricultoras continuam sua produção, mas alguns mercados, principalmente fora do estado, suspenderam seus pedidos durante a pandemia. Também é uma grande satisfação ver pessoas que não estão conseguindo trabalhar receber esses alimentos para seu sustento.

Ação distribuiu 24 toneladas de alimentos agroecológicos

Essa ação integra um projeto que distribuiu 2.000 cestas com alimentos agroecológicos, divididos em duas etapas, a primeira no final do mês de abril e a segunda nesta semana. Ao todo foram entregues 24 toneladas de alimentos. Para o Coordenador Executivo do CETAP, Edson Klein, este projeto é inovador por valorizar todo o processo realizado pela Rede Ecoforte, que trabalha com a sociobiodiversidade local, proporcionando que os agricultores consigam escoar sua produção neste momento em que muitos espaços de comercialização estão fechados por causa da pandemia e fazendo com que alimentos de qualidade cheguem até famílias que estão precisando muito de ajuda neste momento.

Elenir Chapuis, Secretária de Assistência Social de Passo Fundo/RS, destacou que não é só a doação, mas a ação que tem que ser valorizada. “Precisamos da união de várias pessoas e segmentos para ajudar as famílias que estão enfrentando essa realidade da pandemia com muito mais dificuldades e vulnerabilidades. Vai ser com muita alegria que vamos entregar para as pessoas algo diferente hoje, uma refeição diferente para que as famílias possam usufruir e também possam ter esperança no futuro através deste gesto. Isso tudo vai passar e um dia vamos lembrar destes momentos e ver o quanto foi importante cada um de nós ter se envolvido de alguma forma” concluiu Elenir.

Cada cesta de alimentos agroecológicos contém 12 quilos de produtos: 3kg arroz; 1kg feijão; 1Kg batata doce; 1kg farinha (trigo ou milho); 3Kg tubérculos beneficiados e hortaliças (mandioca, abóbora, cenoura, alface, repolho…); 2kg frutas da época (caqui, laranja, banana, abacate…); 500gr cebola; 500gr panificados. Também acompanha cada cesta um sabão em barra. Foram frequentes os relatos de que se tratava de uma cesta muito diferente daquelas normalmente distribuídas. A diversidade de produtos proporcionou um colorido que chamou a atenção e foi elogiado pelo alto valor nutricional. Nas comunidades indígenas, foi destacado que produtos in natura e com forte relação com a cultura alimentar Guarani – como o aipim, abóbora, batata doce, farinha de milho – fizeram a diferença para o nível de satisfação manifestado.

É muito bom para nós estarmos juntos com a sociedade neste momento. São pessoas que estão sofrendo mais com o isolamento e o Banco do Brasil tem em seu DNA essa proximidade e apoio à sociedade. Em nome do Banco do Brasil, da Fundação Banco do Brasil, do BB Seguros, do banco BV, da Cooperforte e de todos os parceiros envolvidos, eu só tenho a agradecer a oportunidade de levar a estas pessoas um pouco de carinho e apoio. Para nós é um orgulho poder participar, disse Pablo Ribeiro, Superintendente Comercial do Banco do Brasil em Passo Fundo/RS.

Organizações produtivas participantes

Esta iniciativa também incentiva a economia a circular, ajudando a amenizar os efeitos da queda da comercialização de produtos, principalmente devido à vários mercados consumidores estarem fechados neste momento. Diversas organizações produtivas locais estão envolvidas nesta ação: Ecoterra (Associação Regional de Cooperação e Agroecologia), Econativa (Cooperativa Regional de Produtores Ecologistas do Litoral Norte do RS e Sul de Santa Catarina), Encontro de Sabores – Empreendimento de Economia Solidária, Ecovale (Cooperativa Regional de Agricultores Familiar), Coomafit (Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas – RS) e Coopovec (Cooperativa dos Agricultores de Porto Vera Cruz Ltda – RS).

Também organizações de assessoria da Rede Ecovida de Agroecologia, que integram o programa Ecoforte, tiveram papel fundamental na articulação e mapeamento dos diferentes públicos, na organização das cestas e no acompanhamento das entregas. São elas: ANAMA (Ação Nascente Maquiné), AREDE (Associação Regional de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa), Centro Ecológico e CAPA (Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia).


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Famílias gaúchas recebem 1.000 cestas com alimentos agroecológicos em ação de combate ao coronavírus

Alimentos foram fornecidos por agricultores, empreendimentos e cooperativas da região, fortalecendo a rede de produção local

Entre os dias 28 e 30 de abril foram distribuídas 1.000 cestas de alimentos agroecológicos para famílias em situação de vulnerabilidade social, atendidas em Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), asilos, aldeias indígenas e integrantes de cooperativas de reciclagem. A ação é organizada pelo CETAP (Centro de Tecnologias Alternativas Populares) com o apoio da BB Seguros e o banco BV, empresas do conglomerado Banco do Brasil, além da cooperativa de crédito COOPERFORTE, que destinaram recursos à Fundação Banco do Brasil para ações de assistência social, prevenção e combate ao novo coronavírus Covid-19. As atividades, em diferentes municípios, contaram com a participação de gerentes e superintendentes locais do Banco do Brasil.

Os alimentos foram fornecidos por 262 famílias agricultoras, grupos agroecológicos e empreendimentos ligados a “Rede Ecoforte – valorização e uso da sociobiodiversidade e novas dinâmicas de comercialização”, que visa o fortalecimento de iniciativas de produção, processamento e comercialização de produtos, ampliando a organização de redes, cooperativas e organizações de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

Ação distribuiu 12.000 quilos de alimentos agroecológicos

Um dos grandes diferenciais desta ação foi a forma como foram organizadas e montadas as cestas. Para possibilitar a entrega de alimentos agroecológicos in natura e minimamente processados foram mobilizadas famílias agricultoras e empreendimentos de diferentes municípios. A colheita das frutas e verduras, o preparo e fracionamento dos tubérculos e a produção dos pães aconteceram nos dois dias anteriores à distribuição, exigindo um grande esforço de logística.

Cada cesta de alimentos agroecológicos contém 12 quilos de produtos: 3kg arroz; 1kg feijão; 1Kg batata doce; 1kg farinha (trigo ou milho); 3Kg tubérculos beneficiados e hortaliças (mandioca, abóbora, cenoura, alface, repolho…); 2kg frutas da época (caqui, laranja, banana, abacate…); 500gr cebola; 500gr panificados. Também acompanha cada cesta um sabão em barra.

A recepção da cesta foi excelente. Foram frequentes os relatos de que se tratava de uma cesta muito diferente daquelas normalmente distribuídas. A diversidade de produtos proporcionou um colorido que chamou a atenção e foi elogiado pelo alto valor nutricional. Nas comunidades indígenas, foi destacado que produtos in natura e com forte relação com a cultura alimentar Guarani – como o aipim, abóbora, batata doce, farinha de milho – fizeram a diferença para o nível de satisfação manifestado.

Organizações produtivas participantes

Esta iniciativa também incentiva a economia a circular, ajudando a amenizar os efeitos da queda da comercialização de produtos, principalmente devido à vários mercados consumidores estarem fechados neste momento. Diversas organizações produtivas locais estão envolvidas nesta ação: Ecoterra (Associação Regional de Cooperação e Agroecologia), Econativa (Cooperativa Regional de Produtores Ecologistas do Litoral Norte do RS e Sul de Santa Catarina), Encontro de Sabores – Empreendimento de Economia Solidária, Ecovale (Cooperativa Regional de Agricultores Familiar), Coomafitt (Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas – RS) e Coopovec (Cooperativa dos Agricultores de Porto Vera Cruz Ltda – RS).

Também organizações de assessoria da Rede Ecovida de Agroecologia, que integram o programa Ecoforte, tiveram papel fundamental na articulação e mapeamento dos diferentes públicos, na organização das cestas e no acompanhamento das entregas. São elas: ANAMA (Ação Nascente Maquiné), AREDE (Associação Regional de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa), Centro Ecológico e CAPA (Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia).

Alimentos foram distribuídos em 14 municípios do Rio Grande do Sul

Santa Rosa – foi o primeiro município a realizar a distribuição, no dia 28 de abril. Foram entregues 50 cestas, totalizando 600 quilos de alimentos agroecológicos.

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Santa Cruz do Sul – no dia 29 de abril foram distribuídas 46 cestas na COOMCAT – Cooperativa de Catadores e Recicladores de Santa Cruz do Sul.

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Porto Alegre – nos dias 29 e 30 de abril foram entregues 300 cestas para famílias do Recando do Sabiá, Timbaúva, Ruben Berta, Lomba do Pinheiro e Centro de Reciclados KsaRosa, no cento da cidade.

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Caxias do Sul – no dia 30 de abril foram entregues 58 cestas em cooperativas de recicladores da cidade.

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Litoral – no dia 29 de abril, com o apoio logístico da equipe da SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena) foram entregues 75 cestas em sete aldeias indígenas, nos municípios de Maquiné, Terra de Areia, Torres, Osório e Riozinho. No dia 30, foi realizada a entrega em Caraá.

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Torres – também no dia 30 de abril foram entregues outras 100 cestas na Secretaria de Obras do município, para famílias assistidas no CRAS – Centro de Referência de Assistência Social.

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Passo Fundo – no dia 30 de abril foram entregues 100 cestas no Centro de Referência de Assistência Social – CRAS VI Bairro Integração. Outras 50 cestas foram para o asilo de idosos mantido pela Fundação Beneficente Lucas Araújo.

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Erechim, Erebango e Barão de Cotegipe – no dia 30 de abril foram distribuídas 105 cestas para seis associações de recicladores organizadas no município de Erechim. Outras 21 cestas foram entregues na comunidade indígena de Erebango. Também foram distribuídas 95 cestas para famílias de bairros populares em Barão de Cotegipe.

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Entre os dias 12 e 14 de maio está prevista mais uma entrega de igual volume. A Fundação Banco do Brasil continua recebendo doações para apoiar ações de prevenção e combate ao novo coronavírus. Informações: coronavirus.fbb.org.br.


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Parceria entre Cetap e Fundação Banco do Brasil viabiliza distribuição de cestas de alimentos agroecológicos

Na última quinta-feira, dia 30 de abril, o Cetap (Centro de Tecnologias Alternativas Populares) realizou a entrega 371 cestas de alimentos agroecológicos nos municípios de Passo Fundo, Erechim, Erebango e Barão de Cotegipe. A ação conta com a participação da BB Seguros e o banco BV, empresas do conglomerado Banco do Brasil, além da cooperativa de crédito COOPERFORTE, que destinaram recursos à Fundação Banco do Brasil para apoiar ações de assistência social, prevenção e combate ao novo coronavírus COVID-19.

Um dos grandes diferenciais desta ação foi a forma como foram organizadas e montadas as cestas. Para possibilitar a entrega de alimentos agroecológicos in natura e minimamente processados foram mobilizadas diversas famílias agricultoras e empreendimentos da nossa região. A colheita das frutas e verduras, o preparo e fracionamento dos tubérculos e a produção dos pães aconteceram nos dois dias anteriores à distribuição, exigindo um grande esforço de logística.

Cada cesta de alimentos agroecológicos contém 12 quilos de produtos: 3kg arroz; 1kg feijão; 1Kg batata doce; 1kg farinha (trigo ou milho); 3Kg tubérculos beneficiados e hortaliças (mandioca, abóbora, cenoura, alface, repolho…); 2kg frutas da época (caqui, laranja, banana, abacate…); 500gr cebola; 500gr panificados. Também acompanha cada cesta um sabão em barra. A recepção da cesta foi excelente. Foram frequentes os relatos de que se tratava de uma cesta muito diferente daquelas normalmente distribuídas. A diversidade de produtos proporcionou um colorido que chamou a atenção e foi elogiado pelo alto valor nutricional.

Passo Fundo

Em Passo Fundo foram entregues 150 cestas, totalizando 1.800 quilos de alimentos agroecológicos, em dois locais: 100 cestas para a Secretaria de Cidadania e Assistência Social (Semcas) distribuir para a população assistida no Centro de Referência de Assistência Social – CRAS VI, no Bairro Integração e mais 50 cestas para o asilo mantido pela Fundação Beneficente Lucas Araújo.

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Erechim, Erebango e Barão de Cotegipe

Foram distribuídas 105 cestas para seis associações de recicladores organizadas no município de Erechim. Outras 21 cestas foram entregues na comunidade indígena de Erebango. Também foram distribuídas 95 cestas para famílias de bairros populares em Barão de Cotegipe. No total foram 221 cestas, totalizando 2.652 quilos de alimentos agroecológicos.

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O Superintendente Comercial do Banco do Brasil em Passo Fundo, Pablo Damasceno Ribeiro, acompanhou as entregas e destacou o histórico de parceria que o banco tem com a sociedade e a importância de estar junto com a população que mais está sofrendo com o isolamento social, trazendo o apoio, o carinho e a solidariedade tão necessárias neste momento. O Coordenador Executivo do Cetap, Edson Klein, ressaltou que este projeto é inovador por valorizar todo o processo realizado pela Rede Ecoforte, que trabalha com a sociobiodiversidade local, proporcionando que os agricultores consigam escoar sua produção neste momento em que muitos espaços de comercialização estão fechados por causa da pandemia e fazendo com que alimentos de qualidade cheguem até famílias que estão precisando muito de ajuda neste momento.

O CETAP é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede em Passo Fundo, criada por lideranças de organizações sociais e profissionais ligados às temáticas da produção de alimentos e da vida no meio rural. Sendo uma entidade de assessoramento, busca estimular o desenvolvimento de uma agricultura sustentável que se orienta nos princípios da agroecologia e protagonismo de quem a realiza. Dedica especial atenção ao acompanhamento aos agricultores na produção de alimentos com qualidade e diversidade para garantir a segurança alimentar e nutricional das pessoas.

A Fundação Banco do Brasil continua recebendo doações para apoiar ações de prevenção e combate ao novo coronavírus. Informações: coronavirus.fbb.org.br.


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